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12:07 PM
Uma das coisas que você mais ouve depois que a barriga começa a crescer é sobre a lendária leseira que acomete as grávidas. Eu sempre pensei que devia ter um fundo de folclore nisso, sei lá, mas acho que vou rever meus conceitos depois da cena surreal da sexta-feira.
Lá estou eu de papo gostoso no café delícia, iniciozinho da noite, quando toca o celular:
-Amor, você pode olhar se o telefone sem fio aqui de casa está na sua bolsa?
-Hein???
É que eu queria pedir uma pizza e já revirei a casa toda atrás dele, você deve ter levado por engano quando saiu.
Como a bolsa era daquelas enormes (todas as minhas são), o peso extra nem tinha sido notado. Mas, procura daqui e dali, para risadas gerais, não é que o sem fio estava lá dentro mesmo?
(isso porque o próprio celular só foi atendido depois de se esgoelar horas num toque bizarro, volume máximo, atraindo todas as atenções no café até eu me tocar de que aquele alarme anti-incêndio estava vindo da minha singela bolsinha mesmo)
enviado por Dani K.
5:46 PM
Você sabe que é realmente iododependente quando volta de um domingo com o tempinho muito do mais ou menos, de uma prainha muito da mais ou menos seguida por uma estrada com um trânsito infernal e ainda assim se sente leve e feliz da vida por estar com as havaianas sujas de areia depois de tanto tempo.
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Tudo bem que essa é a seara da Fal e que eu sou uma pessoa sem-TV e supostamente com mais o que fazer do que me ocupar dessas mundanices (hohoho), mas tenho que confessar: inícios de novela me atraem mais que os finais. E ontem, depois de dar uma conferida básica no primeiro capítulo, a pergunta que ficou foi: até quando será que aquele povo lá na Grécia vai agüentar ficar vivendo na propaganda do Molico, hein?
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Meu reino por um mundo com menos burrocracia.
enviado por Dani K.
10:52 PM
O amor é velho, velho, velho
Velho e menina ah!
O amor é trilha de lençóis
E culpa, medo e maravilha
O amor é velho...
O tempo, a vida, a lida, andam
pelo chão
O amor aeroplanos
O amor zomba dos anos
O amor anda nos tangos
No rastro dos ciganos
No vão dos oceanos
O amor é poço onde se despejam
Lixos e brilhantes
Orações, sacrifícios, traições
O amor é velho
Ainda tem sessão d'A Máquina na Mostra?
Vá ver.
enviado por Dani K.
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