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6:08 AM
Supernanny apresenta, nas entrelinhas, uma visão da qual eu discordo radicalmente: a de que os pais não são competentes para educar os filhos. Creio que as dificuldades maiores dos pais na atualidade são duas: assumir a autoridade necessária ao exercício do papel e saber separar os universos infantil e adolescente do mundo adulto. Mas, isso não ocorre apenas com os pais e sim com todos os adultos já que são traços da cultura contemporânea.
Rosely Sayão, aqui, de certa forma dialogando com as reflexões da Zel a respeito.
enviado por Dani K.
9:43 PM
Vai ver, Menino da Lua
no seu pulo imensurável
atravesou todo o Espaço
e aí virou um tipo
de menino fundador
desse planeta encantado,
onde ele canta o seu canto
e inventa sua canção.
Vai ver, ele ficou lá,
feliz porque o aceitaram
(ou porque achou seu tom).
Se ele ainda não voltou,
é porque lá
está bom.
enviado por Dani K.
10:38 PM
Central de debates sobre meio ambiente e relações mais humanas, links úteis e uma alfinetada no nosso comodismo, aqui.
E, aproveitando o ensejo, inauguro aí à direita a listinha permanentes de links 'do bem', pra eles não continuarem todos espalhados e se perdendo na minha sopa de letrinhas kaleidoscópica. Coluna sujeita - espero - a atualizações freqüentes.
enviado por Dani K.
11:30 AM
No jardim do museu, as duas obras de fibra de vidro coloridíssimas funcionam praticamente como um ímã de crianças pequenas. Encantada, a Dora dava voltas e mais voltas no ser roxo e laranja com muitos olhos vermelhos, quando chegou correndo um menino de uns 4 anos. Afoito, ele foi logo subindo no pedestal e literalmente se agarrando na escultura, que começou a balançar meio perigosamente. O pai que estava num banco meio afastado deu uns gritos. Quando viu que não iam adiantar, ele se aproximou, arrancou - mesmo - o menino de onde estava e foi arrastando pelo braço para junto da mãe e da irmã bebê.
Depois de um tempinho, vem o menino de novo para perto da escultura, muito ressabiado, repetindo em voz alta que "ela custa MUITO dinheiro, né?".
Eu sei, eu sei, a primeira lição que a pessoa aprende depois de ter filho é a não olhar torto pra piti nenhum de criança na rua e a jamais julgar qualquer atitude de pai ou mãe em público. Claro, a chance de você se ver numa situação igualzinha num futuro próximo ou de já ter passado pela mesmíssima coisa é gigante.
Mas a raiva, a força que ele usou no braço do menino, e a tal explicação de que só não pode quebrar porque custa caro... Sei lá, tem certas cenas que me deixam meio triste com os rumos da humanidade mesmo.
enviado por Dani K.
9:44 AM
eu tive um sonho bom/ e acordei chorando/ por isso eu te liguei...
enviado por Dani K.
12:22 PM
Eu, se fosse pintada por Botticelli (e se estivesse de cabelo curto de novo, porque a foto era meio antiga).
Dá pra brincar também de virar um Modigliani, ou trocar a etnia, sexo e idade.
Face Transformer, aqui.
enviado por Dani K.
9:32 PM
Já tinha amanhecido quando eu sonhei que sonhava um romance. Sonhei também com figuras encapuzadas, duas, rápidas e silenciosas, e eu mesma caindo nos trilhos. Dor? Não. Só tudo muito leve de repente e eu espantada me vendo caída lá embaixo.
Na volta do parque a lua cheia nos espiou por trás dos telhados e, sim, o meu mês de maio é do arcano 13.*
*um dreamlog ligeiro, porque dia desses depois de muito tempo eu dei uma palavrinha com a Lívia.
enviado por Dani K.
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