|
12:43 PM
Mas, afinal, tem hora certa para sorrir, sentar e andar? E aquele braço e aquela mão? Não sabiam obedecer? A mãe, vendo Heloísa assim, toda atrapalhada, ficava triste como quê. Mas pensava: ‘Se eu ficar borocoxô, quem vai ensinar a ela que a vida é do balacobaco?
in Por Que Heloísa?, Cristiana Soares - ed. Cia. das Letrinhas
Eu não vou estar de volta à cidade ainda, mas quem ficar em Sampa não pode perder o lançamento do livro da Cris na Livraria da Vila (a original, ali na Fradique Coutinho), no próximo sábado, 4 de agosto, às 15h. Por quê? Porque pensar em diversidade e inclusão de verdade é mais do que necessário, porque o livro é baseado numa história real que é uma puta lição de vida, e também porque a Cris é uma pessoa fantástica, oras. :)
(o blogger não deixou mostrar a capa, mas ela tá aqui)
enviado por Dani K.
12:29 PM
"Alice, eu decidi que não quero saber se o bebê é menino ou menina. Prefiro conhecer a pessoinha que está chegando de uma vez só, quando nos virmos pela primeira vez.
Um bebê que vai nascer em casa, sem vocês saberem o sexo antes... Puxa, que diferente!*
-Quer dizer que você e seu marido são contra todo tipo de avanço científico?
-A nossa parteira é formada em Yale!"
*Essa foi a tradução light pro termo. Se fosse para fazer a versão brasileira da tirinha provavelmente ficaria algo como "Puxa, que coragem!", "Puxa, você é totalmente maluca!" ou "Puxa, mas como esse bebê vai nascer sem uma UTI/ um doutor fazendo o parto/ uma cesárea salvadora?" (todas as opções baseadas em fatos reais...)
enviado por Dani K.
|